domingo, 22 de agosto de 2010

Plano Nacional para a Primeira Infância

Olá a Todas e Todos! 

    A Rede Nacional Primeira Infância está elaborando desde 2007, um Plano Nacional com políticas voltadas para os pequenos, nas áreas de educação, saúde e assistência social. Há a possibilidade desse plano ser aprovado pelo Governo Federal em 2011.

     Entre as medidas reivindicadas  está a universalização da Educação Infantil para as crianças de 4 e 5 anos (prevista no plano para acontecer até 2016) e a ampliação de vagas em 40% para os menores de 3 anos. Entre outras medidas está a exigência obrigatória de professores graduados em Pedagogia para atuarem nesse nível educativo.

Essa rede é formada por 80 instituições sociais, entre elas a Fundação Abrinq, a OMEP (Organização Mundial para a Educação Pré-Escolar), a Aliança pela Infância, UNESCO e a UNICEF.

 Segue abaixo o link para o esboço do plano, para que vocês possam acompanhá-lo:

www.andi.org.br/_pdfs/plano_nacional_pela_primeira_infancia.pdf
 



 

 

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

"Educação Infantil no Brasil: avaliação qualitativa e quantitativa"

Olá Pessoal!

     A Fundação Carlos Chagas, com a coordenação da Prof. Maria Malta Campos, realizou uma pesquisa intitulada: "Educação Infantil no Brasil: avaliação qualitativa e quantitativa". O resultado dessa pesquisa pode ser visto integralmente no site da Fundação Carlos Chagas.

Abraço!

http://www.fcc.org.br/pesquisa/eixostematicos/educacaoinfantil/DoQueTrata.html

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Educação infantil no País recebe nota 3,4, indica estudo


A educação infantil brasileira merece nota 3,4, numa escala de zero a dez. A conclusão é da pesquisa "Educação Infantil no Brasil: avaliação qualitativa e quantitativa", realizada pela Fundação Carlos Chagas em parceria com o Ministério da Educação e o Banco Interamericano de Desenvolvimento, cujos resultados serão apresentados hoje e amanhã.
Obtido com exclusividade pelo jornal O Estado de S. Paulo, o estudo mediu a qualidade da creche (de 0 a 3 anos) e da pré-escola (4 e 5 anos) em seis capitais de todas as regiões do País: Belém, Campo Grande, Florianópolis, Fortaleza, Rio de Janeiro e Teresina. A nota 3,4 demonstra que a qualidade do ensino infantil tem nível básico (de 3 a 5) - os outros estágios eram: inadequado (1 a 3), adequado (5 a 7), bom (7 a 8,5) e excelente (8,5 a 10).
Foram avaliados 43 aspectos divididos nas seguintes áreas: espaço e mobiliário (média 3,1); rotinas de cuidado pessoal (4,1); linguagem e raciocínio (3,7); atividades (2.3); interação (5,6); estrutura do programa (2,5) e pais e equipe das escolas (3,6). É a primeira vez que se tem acesso a tópicos aprofundados das condições do ensino infantil no País.
O aspecto que recebeu a nota mais baixa (1,6) está dentro da área de atividades e avalia a disponibilidade de materiais para aulas de ciências, como coleções de objetos naturais e livros e jogos temáticos. Já o que recebeu a nota mais alta, 6,7, pertence ao quesito interação e analisa se as relações entre adultos e crianças são empáticas.
Para Marcelo Alfaro, especialista em educação do BID no Brasil, os resultados baixos não surpreendem. Segundo ele, a área mais problemática é a chamada "fundamentalizaçã o" do ensino infantil (abordagem semelhante à do ensino fundamental) . "Isso é observável, por exemplo, na disposição das carteiras nas salas de crianças 4 e 5 anos", afirma. "É essencial construir uma identidade própria para a nossa educação infantil."
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.